Toda a Giannini trabalhando para você!

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1900

Tranquillo Giannini funda a “Grande Fábrica de Instrumentos de Cordas de Tranquillo Giannini – Ao Violão Moderno”, em São Paulo, na Rua São João. A grande demanda faz a empresa mudar pouco tempo depois para um local maior, passando a produzir 6.500 instrumentos anuais.

1920

Com a crescente demanda por violões, impulsionada pelas escolas de música que surgem no país, um novo prédio é construído par abrigar as instalações de Tranquillo Giannini, na Rua dos Gusmões.

1924

A Revolução de 24 obriga a Giannini a buscar novos mercados para seus instrumentos, já que o comércio de São Paulo praticamente para durante a revolução. Os instrumentos Giannini passam a ser distribuídos em Curitiba, Belo Horizonte, Salvador e Recife.

1930

om a demanda crescente com a abertura de novos mercados, Tranquillo Giannini muda mais uma vez sua fábrica, agora para o bairro de Perdizes, São Paulo. Uma nova revolução, agora atingindo todo o país, obriga a Giannini à buscar novos mercados para seus instrumentos, expandindo sua distribuição para o interior e litoral de SP.

1940

Inaugura a primeira fábrica de encordoamentos.

1945

Apesar da Segunda Guerra Mundial, a Giannini passa tranquilamente por este período, devido ao expertise de Tranquillo Giannini ao atravessar duas revoluções e saber como se recuperar. Seu estoque de matérias-primas importadas, como aço e pinho sueco para os violões, permitem que a produção continue até que as importações voltem ao normal.

1952

Falece Tranquillo Giannini, e sua esposa Stela Coen Giannini assume a presidência da empresa.

1954

Giorgio Coen Giannini, sobrinho de Tranquillo, após dois anos trabalhando em todas as áreas da empresa, e assume a Diretoria Comercial, em 1956.

1960

Tem início um dos melhores momentos da Giannini, com a Bossa Nova e Jovem Guarda. A Giannini inicia a fabricação de violões elétricos e faz sua primeira exportação de instrumentos para a Argentina (25 mil violões em dois anos).

1965

Por volta da metade da década de 60 a Giannini começa a produção de seus eletrônicos, e o primeiro modelo lançado foi o Tremendão, que marca época. Também é desta época o lançamento das guitarras Gemini, Supersonic e Apollo.

1969

É lançado um dos ícones da Giannini, a Craviola, uma ideia conjunta de Giorgio Giannini e do violonista Paulinho Nogueira, que enquanto faziam um lanche e conversavam sobre os modelos de violões disponíveis naquele período, começaram a desenhar em guardanapos algumas possibilidades de shapes diferenciados, até chegarem ao desenho que a tantos admiradores e músicos causa encantamento. Desde seu lançamento, diversos músicos notáveis tem feito uso da Craviola® ao redor do mundo, entre eles Jimmy Page, Elvis Presley, Bill Winters, Robert Plant, Linda Perry e Andy Summers.
Década de 70 – A empresa muda-se para a Rua Carlos Weber, para uma fábrica de 8.000 m² e cerca de 1000 funcionários. Nesta época, já pensando no futuro, Giorgio Coen Giannini compra um terreno de 240 mil m² em Salto, no Interior de São Paulo, que viria à ser a atual sede e fábrica da Giannini.

1980

Década de 80 – Visando o futuro da empresa e as transformações sociais da época, Giorgio Giannini começa a investir 6% do seu faturamento em marketing e pesquisa tecnológica, pensando na expansão do ensino musical no Brasil. Este período também marca um crescimento da participação da Giannini no mercado internacional. Também é ampliada a linha de eletrônicos, com o lançamento de teclados como o Poème III e o Toccata 49, ambos inovações para a época. Esta década traz um grande crescimento para a Giannini, devido aos movimentos musicais do período, que despertaram no público o interesse por instrumentos musicais.

1984

Em Junho ocorre em São Paulo a 1ª Feira Nacional de Brinquedos e Instrumentos Musicais (Abrim), que viria a se transformar algum tempo depois na Expomusic, o maior evento do setor de instrumentos no Brasil e da qual a Giannini participa desde a primeira edição.

1990

Década de 90 – A Giannini muda para a fábrica de Salto, onde se encontra até hoje. Este período se inicia com a Giannini produzindo a linha Fender Southern Cross, entre 1991 e 1994, com uma produção aproximada de 6 mil instrumentos por ano. Apesar de todos os investimentos, a Giannini e todo o mercado nacional de instrumentos sofre um duro golpe com os planos econômicos iniciados no governo Collor, além da chegada dos produtos importados ao nosso mercado, com custos que chegavam à metade dos produtos nacionais.